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Operação Águia de Haia: Ex-prefeito de Paramirim é condenado a dois anos de prisão Foto: Reprodução/Instagram

O ex-prefeito de Paramirim, médico Júlio Bernardo Brito Vieira Bittencourt (PSD), foi condenado a dois anos de prisão em uma Ação Penal movida pelo Ministério Público Federal (MPF) da Bahia (MPF-BA), no âmbito da Operação Águia de Haia. A peça acusatória se baseia nos documentos colacionados ao inquérito policial no 628/2013, no qual se apurou a ocorrência de suposto crime de fraude no Pregão Presencial no 028/2013 destinado a aquisição de produtos e serviços educacionais no município de Paramirim. Segundo a denúncia, o então prefeito da cidade, em conjunto com a Secretaria Municipal de Educação teria autorizado a realização de procedimento licitatório, o qual desde a sua origem seria direcionado, em esquema ilícito já recorrente em outros municípios baianos. Aponta o MPF que teria havido o direcionamento do certame (simulação de concorrência), o qual foi integrado unicamente por empresa do grupo Kells Berlamino (MAXCOM Soluções e KBM – Kells Berlamino Mendes ME). Tais empresas se incumbiam, inclusive, da montagem do procedimento (edital e demais documentos), sendo a contratação realizada ao custo de R$ 2,2 milhões. O MPF defendeu que o custo da aquisição do sistema seria de aproximadamente R$ 96 mil à época, conforme laudo da Polícia Federal, o que comprovaria a exorbitância do preço cobrado. Segundo decisão da juíza Daniele Abreu Danczuk, da Justiça Federal de Guanambi, publicada na segunda-feira (10) e recebida pelo site Achei Sudoeste nesta quinta-feira (13), a conduta dos denunciados foi classificada unicamente no tipo do crime descrito no art. 90 da Lei 8.666/93, considerando que Júlio, antes do início da execução do contrato, revogou a licitação fraudulenta em 01/10/2013, não realizando qualquer pagamento decorrente do pregão. A magistrada observou que, analisadas as circunstâncias judiciais previstas no artigo 59, do Código Penal, a culpabilidade do acusado deve ser valorada de forma negativa, visto sua condição de autoridade máxima do Poder Executivo local, cujo dever de honestidade e zelo com a coisa pública era mais acentuado. “Assim, adotando-se o parâmetro de 1/8 para cada circunstância judicial, fixo a pena base em 2 (dois) anos e 3 (três) meses de reclusão. Aplicando-se o parâmetro de 1/6, a pena intermediária resta fixada em dois anos de reclusão, visto que eventual atenuante não poder reduzir a pena para aquém do mínimo legal (Súmula 231 do STJ). Inexistentes, ainda, causas de diminuição ou de aumento de pena a incidir no caso, torno definitiva a pena privativa de liberdade em 2 (dois) anos de reclusão”, sentenciou. De acordo com a decisão, tratando-se de condenação a pena privativa de liberdade abaixo de 4 anos e não havendo motivos para fixar regime mais gravoso, a magistrada fixou o regime inicial aberto para o início de seu cumprimento, haja vista a previsão do art. 33, §2º, “c” e §3º do Código Penal, que será o considerado em caso de descumprimento da substituição da pena a seguir estabelecida. “Presentes os requisitos previstos no art. 44 do Código Penal, já que o delito não foi cometido com violência ou grave ameaça e, ainda, por inexistirem circunstâncias judiciais que tornem pouco recomendável tal medida, substituo a pena privativa de liberdade aplicada por duas penas restritivas de direitos, consistentes em: a) prestação de serviços à comunidade, devendo ser cumprida em entidade pública, nos termos do §2º do art. 46 do CP, no município de residência do réu, a ser indicada em audiência admonitória quando do início da execução penal, para realizar trabalhos compatíveis com o seu grau de instrução, à razão de uma hora por dia de condenação, facultado o cumprimento em metade da pena privativa de liberdade aplicada, nos termos do § 4º do art. 46 do Código Penal; e b) prestação pecuniária em favor de entidade social, com fulcro no art. 45, §1º, do CPB, consistente na entrega de cestas básicas no valor total de R$ 10.000,00 (dez mil reais), podendo ser dividas em prestações mensais, em favor de instituição a ser indicada em audiência admonitória, no início da execução penal”, concluiu a juíza. Na mesma decisão, outras seis pessoas foram condenadas pela justiça.

Mudanças climáticas afetam no aumento dos casos de dengue na Bahia Foto: Lay Amorim/Achei Sudoeste

Na Bahia, só este ano, 96 óbitos por dengue já foram confirmados, com 159 ainda em investigação. As informações são do Tribuna da Bahia. De acordo com a Secretaria de Saúde do Estado da Bahia (Sesab), houve um crescimento de 667% nos casos da doença em relação ao ano passado. Entretanto, a quantidade de municípios em epidemia baixou pela metade, contando com 269 no mês de maio, o número caiu para 134. Com o maior número de mortes nos municípios de Vitória da Conquista, em que totalizam 19 mortes, Jacaraci, com 5 mortes, e Feira de Santana e Juazeiro, ambos com 4. Embora, o número de municípios tenha caído, os casos, assim como os óbitos, continuam. A população deve ter em mente medidas preventivas, e estar atenta especialmente ao entrar em um período de tempo com clima imprevisível, mudanças climáticas repentinas resultando no crescimento de espaços que favorecem a propagação do mosquito. “Este clima de chuva e muito calor é o clima ideal para a proliferação do mosquito aedes aegypti. Então ele infelizmente propicia muito o crescimento e proliferação de larvas do mosquito, que acaba facilitando a transmissão da dengue”, diz Antônio Bandeira, médico infectologista. Dados da Sesab apontam ações desenvolvidas dentro do estado para tratar a maioria dos casos, incluindo a vacinação. Só este ano, na Bahia, foram administradas 150.253 doses da vacina contra a dengue. “Nesse momento, a dengue a gente consegue prevenir com a vacina, ela é muito eficaz, e tem condições de reduzir a quantidade da doença. Hoje, a dengue é a única das três arboviroses que a gente consegue reduzir através de vacinação”, conta o infectologista. A vacinação demonstrou ser a forma mais confiável na diminuição dos casos do vírus, mesmo com o desenvolvimento e aplicação de outros métodos na luta contra a dengue, como a distribuição de larvicidas, equipamentos, medicamentos e carros fumacês, estas provam ser apenas medidas temporárias quando comparadas ao efeito duradouro da vacina.

Vitória da Conquista foi a cidade mais fria da Bahia nas últimas 24h Foto: Lay Amorim/Achei Sudoeste

Vitória da Conquista teve a menor temperatura registrada na Bahia, com 12.3ºC nas últimas 24h. De acordo com o jornal Correio, mas, ao todo, seis municípios marcaram até 15ºC, a maioria no extremo oeste baiano. Os dados são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet). Completam o ranking Correntina e Luís Eduardo Magalhães (13.9ºC), Piatã (14.4ºC), Barreiras (14.8ºC) e Lençóis (15.3ºC). Ibotirama e Itiruçu registraram 16.1ºC. Dentre as mais populosas, Salvador marcou 22.3ºC e Feira de Santana, 20.7ºC. Apesar dos números, as cidades não chegam nem nas 100 mais frias do país. Nessa lista, lideram Monte Verde (MG), com 0.4ºC, Curitibanos (SC), com 0.6ºC e Caçador (SC), com 0.7ºC. O Inmet também emitiu um alerta de perigo potencial para chuva entre 20 a 30 mm/h ou até 50 mm/dia. Há baixo risco de alagamentos e pequenos deslizamentos, em cidades com tais áreas de risco. O alerta dura até este sábado (1º).

Condenados na Lava Jato planejam retorno à vida pública após absolvições Foto: Divulgação

Dez anos após o início da Lava Jato, a força-tarefa – que chegou a ser considerada o maior cerco à políticos suspeitos de desvios de recursos públicos da história – acumula derrotas nos tribunais superiores do País. As informações são do Estadão. Políticos e empresários tiveram condenações anuladas e, aos poucos, já traçam estratégias para retornar à vida pública. É o caso do ex-governador do Rio de Janeiro Sérgio Cabral (MDB), do ex-presidente da Câmara dos Deputados Eduardo Cunha (PRD-SP) e do ex-governador do Paraná Beto Richa (PSDB), atualmente deputado federal. Mesmo quem cumprem pena ou está oficialmente inelegível se mantém no jogo político articulando candidaturas de aliados, como Cabral e Cunha. Símbolo do combate à corrupção de políticos e empresários bilionários, a Lava Jato e as investigações abertas no decorrer das fases da operação viabilizaram 120 delações, mais de 500 denunciados, 174 condenados e a devolução de R$ 4,3 bilhões aos cofres públicos.

STF arquiva inquérito da Lava Jato contra Renan Calheiros e Romero Jucá Foto: Reprodução/Tribuna da Bahia

O ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), arquivou um inquérito da Operação Lava Jato contra o senador Renan Calheiros (MDB-AL) e o ex-senador Romero Jucá (MDB-RR). As informações são da CNN. Prorrogada pelo menos oito vezes desde que foi aberta, a investigação tramitava desde 2017, mas nunca houve denúncia formal por parte da Procuradoria-Geral da República (PGR). Apenas em abril deste ano, o atual procurador-geral da República, Paulo Gonet, pediu o arquivamento do caso, que apurava uma suposta propina de R$ 5 milhões da antiga Odebrecht (atual Novonor) aos emedebistas. Gonet afirmou que as apurações não demonstraram comprovação concreta de que Renan e Jucá de fato tenham solicitado ou recebido vantagens indevidas da empreiteira. Fachin afirmou que o Ministério Público se manifestou pelo esgotamento das linhas de investigação e pelo arquivamento do processo, o que impede a continuidade do inquérito no STF.

Supremo Tribunal Federal extingue pena de José Dirceu por corrupção passiva Foto: Geraldo Magela/Agência Senado

A Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) extinguiu a pena imposta ao ex-ministro José Dirceu por corrupção passiva, no âmbito da Operação Lava Jato. De acordo com a decisão, tomada na sessão desta terça-feira (21), o delito estava prescrito na data do recebimento da denúncia, o que invalida a condenação. José Dirceu foi condenado pelo juízo da 13ª Vara Federal de Curitiba a oito anos, 10 meses e 28 dias de reclusão pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro, em razão do recebimento de vantagens ilícitas oriundas de contrato fraudulento celebrado, em 2009, entre a Petrobras e a Apolo Tubulars. Por maioria de votos, o colegiado considerou que houve prescrição, ou o esgotamento do prazo para o Estado fixar ou executar uma pena. O cálculo leva em conta que, entre a consumação do crime de corrupção passiva (outubro de 2009) e o recebimento da denúncia (junho de 2016), se passaram mais de seis anos e que Dirceu tinha mais de 70 anos na data da sentença, o que diminui o prazo prescricional de 12 anos pela metade. A defesa de Dirceu argumentava que, embora a condenação por corrupção passiva tenha sido fundamentada na modalidade “solicitar”, o Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4), no julgamento da apelação, teria alterado os fatos para afirmar que ele foi condenado na modalidade “receber”, o que modificaria a data de início da contagem do prazo prescricional. Após o Superior Tribunal de Justiça (STJ) negar habeas corpus, a defesa recorreu ao STF. O relator do Recurso Ordinário em Habeas Corpus (RHC) 181566, ministro Edson Fachin, negou o pedido, e houve novo recurso, levado ao colegiado.

Brumado figura entre os municípios mais quentes do país Foto: Lay Amorim/Achei Sudoeste

De acordo com dados do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), cinco municípios baianos registraram temperaturas acima de 35°C na segunda-feira (13), sendo dois no oeste do estado, dois no centro sul e um na região do Vale São Francisco. Brumado aparece em segundo lugar na relação, tendo registrado 36.1°C. De acordo com o Alô Alô Bahia, recordista, a cidade de Barra registrou 36.9°C. Em seguida, aparecem Luiz Eduardo Magalhães com 35.5°C; Correntina com 35.5°C; e Guanambi com 35.1°. Todas as cidades estão entre as 100 onde mais fez calor no país nas últimas 24 horas.

Após TRE absolver Moro, Barroso pauta processo sobre Lava Jato no CNJ Foto: Divulgação/CNJ

Após o ex-juiz da Operação Lava Jato e senador, Sérgio Moro (União-PR), ser absolvido ontem pelo Tribunal Regional Eleitoral do Paraná (TRE-PR), o presidente do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), o presidente do Supremo Tribunal Federal, Luís Roberto Barroso, pautou para a próxima terça-feira, 16, uma investigação sobre a atuação da Lava Jato em Curitiba. A votação poderá resultar na abertura de procedimentos disciplinares contra os magistrados e servidores, o que inclui Moro e o então procurador Deltan Dallagnol. A inspeção foi coordenada pelo corregedor-nacional de Justiça, Luís Felipe Salomão, que também é ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ). Em setembro, o CNJ publicou relatório parcial que aponta uma "gestão caótica" no controle das multas negociadas com delatores e empresas no Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4) e na 13ª Vara Federal Criminal de Curitiba, berço da operação. Salomão liberou a correição para a pauta na semana passada. A corregedoria afirma que magistrados e membros da força-tarefa teriam agido em “conluio” para destinar as multas dos acordos de delação e leniência para interesses da própria força-tarefa. "Verificou-se a existência de um possível conluio envolvendo os diversos operadores do sistema de justiça, no sentido de destinar valores e recursos no Brasil, para permitir que a Petrobras pagasse acordos no exterior que retornariam para interesse exclusivo da força-tarefa", diz um trecho do relatório da inspeção. Absolvição - O Tribunal Regional Eleitoral do Paraná (TRE-PR) formou maioria nesta terça-feira, 9, para rejeitar o pedido de cassação do senador Sérgio Moro (União Brasil-PR) por abuso de poder econômico e caixa 2 nas eleições de 2022. O placar final ficou em 5 a 2 para rechaçar as ações movidas pelo PL e o PT contra o ex-juiz da Operação Lava Jato. O caso ainda deve ser levado para o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), em grau de recurso. O julgamento foi concluído com o voto do presidente do TRE-PR, Sigurd Roberto Bengtsson, que também concluiu pela improcedência das ações, fechando o placar favorável ao senador. O Tribunal Regional Eleitoral do Paraná estima que, na hipótese de recursos, os autos sejam remetidos à Corte superior em maio. No TSE, a vida de Moro deve ficar mais complicada. Nessa instância, por exemplo, foi cassado o ex-deputado Deltan Dallagnol - ex-chefe da força-tarefa da Operação Lava Jato e aliado do senador.

24º BPM inicia Operação Força Total da Polícia Militar na microrregião de Brumado Foto: Lay Amorim/Achei Sudoeste

O 24º Batalhão de Polícia Militar (BPM) iniciou nesta quinta-feira (28) a Operação Força Total na região de Brumado. Em entrevista ao site Achei Sudoeste, o Tenente Coronel Élson Pereira informou que a operação acontece na sede do batalhão, em Brumado, e nos 11 municípios e distritos rurais que fazem parte da área de abrangência. O comandante explicou que, na programação da ação, a Polícia Militar vai intensificar as fiscalizações de trânsito e as abordagens itinerantes nas cidades a fim de prevenir qualquer ocorrência ao longo do feriado da Semana Santa. O aparato policial será disposto em pontos estratégicos para garantir a segurança da população. “Temos esse cuidado de preparar um feriadão para que todos possam desfrutar da companhia de seus familiares. A Semana Santa é uma festa de caráter familiar e a corporação vai trabalhar para que tudo corra bem até o domingo de Páscoa”, destacou.

'Lava Jato terminou como uma verdadeira organização criminosa', diz Gilmar Mendes Foto: STF

Decano do Supremo Tribunal Federal (STF), o ministro Gilmar Mendes disse que a Operação Lava Jato “terminou como uma verdadeira organização criminosa”. Responsável por relevar o maior escândalo de corrupção do País, início da operação completou dez anos. Para o ministro, Lava Jato produziu distorções no sistema jurídico e político, deixando um salto “marcadamente negativo”. “Acho que a Lava Jato fez um mal enorme às instituições”, afirmou Mendes em entrevista à Agência Brasil. “O que a gente aprendeu? Eu diria em uma frase: não se combate o crime cometendo crimes. Na verdade, a Lava Jato terminou como uma verdadeira organização criminosa, ela envolveu-se em uma série de abusos de autoridades, desvio de dinheiro, violação de uma série de princípios e tudo isso é de todo lamentável”, disse. Inicialmente favorável à força-tarefa de Curitiba, o decano do STF reconsiderou sua posição ao longo dos últimos anos, tornando-se um crítico da operação na Corte. Antes disso, porém, declarou em novembro de 2015 que a investigação da Lava Jato havia revelado “um modelo de governança corrupta, algo que merece o nome claro de cleptocracia”. Na mesma ocasião, Mendes atribuiu ao PT a crise que abalava o País naquele momento. A Lava Jato perdeu força a partir de 2018, quando o então juiz Sérgio Moro, que conduzia a operação, aceitou o convite de Jair Bolsonaro (PL), que acabara de se eleger presidente, para assumir o Ministério da Justiça. O movimento político do magistrado, que havia condenado o então ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, alijando o petista das eleições daquele ano, abriu espaço para especulações sobre as suas intenções. Em 2019, um novo revés. Críticos da operação aumentaram o tom dos questionamentos após mensagens trocadas por procuradores e Moro, acessadas por um hacker, se tornarem públicas. O conteúdo, revelado pelo site The Intercept Brasil, indicava uma parceria entre o então juiz e os procuradores na condução da Lava Jato, uma proximidade que, na avaliação de ministros do Supremo, violou a Constituição e regras básicas do Direito. Em entrevista à Agência Brasil, Mendes ainda afirmou que ganhou convicção de que os procedimentos suspeitos da Lava Jato não eram apenas “uma irregularidade procedimental”, e sim “um movimento político”. “A Lava Jato não era uma operação puramente judicial, eles fizeram uma força-tarefa e lograram um apoio público muito grande, um apoio de mídia. Tenho a impressão que esse apoio de mídia teve também um efeito inibitório sobre o Supremo”, avaliou o decano.

Unum Corpus: 22ª Coorpin prende 12 pessoas, apreende drogas e armas na região de Guanambi Foto: WhatsApp/Achei Sudoeste

Na 12ª fase da Operação Unum Corpus, a 22ª Coordenadoria de Polícia do Interior (Coorpin), em Guanambi, cumpriu mandados de busca e apreensão e mandados de prisão contra suspeitos de homicídio, tráfico de drogas, estupro, violência doméstica e familiar e crimes contra a vida e patrimônio nesta quinta-feira (21). Segundo informou a 22ª Coorpin ao site Achei Sudoeste, os policiais civis diligenciaram e prenderam 6 investigados - 3 prisões por temporária e 3 prisões em flagrante - totalizando 12 pessoas presas. Dentre as prisões, 4 homicidas foram presos - 2 prisões ocorreram na cidade de Caetité, 1 em Guanambi e 1 em Tanque Novo. Em Carinhanha, duas mulheres foram presas com uma arma de fogo e drogas, já um menor de idade foi apreendido por determinação judicial e outro vai responder por crime análogo à posse de arma de fogo e drogas. Na residência de um dos investigados foram apreendidos armas, drogas, veículos e um Circuito Interno de TV. Com essa apreensão, a Policia Civil instaurou um procedimento investigativo com a finalidade de apurar a conduta dos demais membros da facção liderada por um dos gerentes do tráfico de drogas, conhecido como Sapão. A operação foi composta por 30 policiais civis e 6 viaturas. As ações desenvolvidas pelos policiais ocorreram com o apoio da equipe da Coordenação de Apoio Técnico à Investigação (CATI).

'O STF ajudou a enterrar a Lava Jato', diz Marco Aurélio Mello Foto: Nelson Jr/STF

Em um de seus últimos julgamentos no Supremo Tribunal Federal (STF), concluído menos de um mês antes de sua aposentadoria, em junho de 2021, o ministro Marco Aurélio Mello votou contra a suspeição do ex-juiz Sérgio Moro na ação do triplex do Guarujá, que levou à prisão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). As informações são da Agência Estado. Ficou vencido, como tantas vezes ao longo dos 31 anos que passou na Corte. A decisão que declarou a parcialidade do ex-juiz da Operação Lava Jato foi um dos principais reveses impostos pelo STF aos antigos protagonistas da investigação, mas não o único. Com votos favoráveis do próprio Marco Aurélio, os ministros também barraram as conduções coercitivas, método corriqueiro empregado pela força-tarefa de Curitiba, e afirmaram a competência da Justiça Eleitoral para processar e julgar ações de corrupção relacionadas ao caixa dois de campanha, o que levou à transferência massiva de processos das varas criminais da Lava Jato. Em uma reviravolta da operação, o Supremo mudou o posicionamento sobre a prisão de réus condenados em 2ª instância. Ao proibir a execução da pena antes do esgotamento de todos os recursos judiciais, o tribunal beneficiou diretamente Lula, que foi solto após 580 dias em uma sala especial da superintendência da Polícia Federal de Curitiba. Outro golpe veio quando o STF concluiu que a 13.ª Vara Federal Criminal de Curitiba manteve sob sua jurisdição inquéritos e processos da Lava Jato que, na avaliação dos ministros, deveriam ter sido transferidos para outros Estados. A decisão esvaziou o berço da operação e levou à anulação das condenações de Lula. Dessa vez, o ministro aposentado foi de encontro à maioria. Para Marco Aurélio, o STF ajudou a enterrar a Lava Jato. “O que eu acho é que houve uma concepção equivocada por parte do Supremo. Só não houve a mesma concepção quanto ao Mensalão porque foi o Supremo quem julgou, aí evidentemente o tribunal ficaria muito mal na fotografia se viesse a declarar vícios na investigação e no próprio processo-crime”, disse. “Quando se concluiu, por exemplo, que o juízo da 13.ª Vara Criminal do Paraná não seria competente, se esmoreceu o combate à corrupção. Aí talvez a colocação daquele senador da República (Romero Jucá), que disse que ‘precisamos estancar essa sangria’, acaba se mostrando procedente”, acrescentou. Em entrevista ao Estadão, o ministro aposentado conta também que não vê com bons olhos a decisão de Dias Toffoli que suspendeu o pagamento das parcelas dos acordos de leniência firmados pela J&F e pela Odebrecht na Lava Jato.

'Lula tinha que estar na cadeia', afirma decano da Lava Jato Foto: Luciano Calafiori/G1

Conhecido entre os colegas como o “decano” da Lava Jato, o procurador da República Carlos Fernando dos Santos Lima, aposentado desde 2019, participou ativamente dos primórdios da operação que se tornaria a maior investigação de combate à corrupção vista no Brasil. Como o membro mais experiente da força-tarefa de Curitiba, ajudou a desenhar estratégias importantes no rastro do esquema de corrupção na Petrobras e impulsionou métodos que fizeram parte da essência da Lava Jato, como os acordos de delação e leniência. Também assinou uma das denúncias mais célebres da operação, a que levou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) à condenação e à prisão por suspeita de receber propinas da OAS na forma de um apartamento triplex no Guarujá, no litoral paulista. A condenação de Lula foi revertida pelo Supremo Tribunal Federal (STF), contrariando decisões das instâncias inferiores. “Para mim, Lula tinha que estar na cadeia”, afirma em entrevista ao Estadão. Para Carlos Fernando dos Santos Lima, o STF está no centro do desmonte da operação e virou “fonte de insegurança jurídica”. “Existem estruturas dentro do Judiciário jogando a favor da impunidade”. O procurador aposentado nega excessos da Lava Jato e vê nas acusações de abuso uma tentativa de desqualificar a investigação. “O Ministério Público só sofre o que está sofrendo porque fez o certo e fez bem feito. Os fatos aconteceram”. Ele alerta que a chance de surgir uma nova operação de combate à corrupção nos moldes da Lava Jato é remota. “O poder político se torna incontrolável quando se vê acuado daquela maneira”. O que gerou a mudança na sistemática que vigorava antes da Lava Jato no combate à corrupção? A Lava Jato começa como uma operação sobre doleiros. E esse trabalho de investigação e persecução de doleiros já vinha sendo um padrão muito conhecido dos procuradores de Curitiba, porque desde o Caso Banestado nós tínhamos o know how de fazer esse tipo de investigação. Investigar doleiros, fazer busca e apreensão, recorrer a mecanismos de bloqueio de ativos no Brasil e no exterior, fazer contato com autoridades estrangeiras, fechar colaborações premiadas, antes de a própria lei existir. Nós desenvolvemos toda essa expertise. Outro componente é que o Paraná é uma rota necessária da lavagem de dinheiro no Brasil, que se utiliza de dólares, que vêm basicamente do Paraguai. Junte-se a isso 2013, manifestações de rua exigindo um governo mais limpo, uma sensação de que alguma coisa errada estava acontecendo. Isso também vem do próprio Mensalão. O Mensalão e a Lava Jato são basicamente a mesma coisa: como o Partido dos Trabalhadores gerenciou propina para sustentação do seu governo. Diante desse mundo todo, aconteceu que essa operação contra doleiros teve a felicidade de prender um velho conhecido, que era Alberto Youssef.

MIDR reconhece situação de emergência após chuvas intensas em Caetité Foto: Lay Amorim/Achei Sudoeste

O Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR), por meio da Defesa Civil Nacional, reconheceu a situação de emergência na cidade de Caetité após chuvas intensas. A portaria com o reconhecimento foi publicada na edição desta terça-feira (12) do Diário Oficial da União (DOU). Com a medida, o município pode solicitar recursos do Governo Federal para atendimento à população afetada, restabelecimento de serviços e reconstrução de infraestruturas e moradias.

Ainda sob efeito do El Niño, sudoeste baiano pode sofrer os efeitos da nova onda de calor Foto: Lay Amorim/Achei Sudoeste

A previsão aponta que uma nova onda de calor deve atingir a região centro-sul do país nesta semana. Em entrevista ao site Achei Sudoeste, Rosalve Lucas, climatologista do Departamento de Geografia da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (Uesb), informou que a onda de calor também irá afetar a Bahia. Parte do sudoeste baiano, segundo ele, especificamente as regiões de baixa altitude, como Jequié, Anagé e alguns municípios na Chapada Diamantina, sentirão com maior intensidade os efeitos dessa nova onda de calor, provocada pelo El Niño. O climatologista explicou que o fenômeno bagunça a distribuição desses efeitos, por isso as regiões atingidas variam bastante. Fatores como umidade, proximidade de rios, mares e lagos e altitude influenciam nessa onda. De acordo com Lucas, as temperaturas deverão voltar à normalidade para o período a partir da segunda quinzena do mês de abril, caso o fenômeno da La Niña não se confirme.

Operação Força Total: 4ª CIPM apreende 100 kg de maconha em Oliveira dos Brejinhos Foto: WhatsApp/Achei Sudoeste

Durante a Operação Força Total, nesta quinta-feira (07), a 4ª Companhia Independente de Polícia Militar (CIPM), com sede em Macaúbas, apreendeu 100 kg de maconha, no Povoado Beira Rio, na BR-242, em Oliveira dos Brejinhos, na região oeste da Bahia. Segundo informou a unidade ao site Achei Sudoeste, guarnições do Pelotão Emprego Tático Operacional (Peto) realizaram uma blitz e durante abordagem a um veículo perceberam um forte odor similar a maconha. Ao ser questionado, o condutor apresentou contradições nas respostas, o que motivou uma busca veicular. No interior do veículo, foram encontradas mochilas contendo 95 tabletes de substância análoga à maconha, pesando aproximadamente 100 kg.  Diante do flagrante, o veículo, o condutor e todo o material apreendido foram apresentados na Delegacia Territorial de Oliveira dos Brejinhos para adoção de medidas cabíveis.

Motociclista é arrastado por enxurrada em Vitória da Conquista Foto: Reprodução/TV Sudoeste

Um motociclista foi arrastado por uma enxurrada em Vitória da Conquista, na segunda-feira (4). Apesar do susto, ele não ficou ferido. O momento foi registrado através de vídeos gravados por câmeras de celular. Nas imagens, é possível ver o homem caído no chão, enquanto é arrastado junto com a moto. Testemunhas ficaram assustadas com a cena. Durante gravação do vídeo, uma mulher fala: “Ele está descendo”, enquanto outra grita desesperada: “Ai, meu Deus”. A situação aconteceu durante uma forte chuva que atingiu a região e alagou diversas ruas. Na ocasião, outro motociclista tentou ajudar o homem, mas não teve sucesso. Conforme apuração da TV Sudoeste, afiliada da TV Bahia na região, o homem conseguiu ser resgatado por outra pessoa que não foi identificada. Para esta terça-feira (5), a previsão é de céu nublado com chuva isolada, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet). A temperatura mínima prevista é de 19ºC e a máxima pode chegar até 32ºC, e a intensidade do vento deve ser fraca durante todo o dia.

Chuvas fortes enchem rios, riachos, cisternas e aguadas na zona rural de Brumado Foto: Lay Amorim/Achei Sudoeste

As chuvas fortes registradas nos últimos dias encheram rios, riachos, cisternas e aguadas na zona rural de Brumado, fazendo a alegria do homem do campo. No Distrito de Cristalândia, o morador João Alves disse que foi registrada muita chuva. Ao site Achei Sudoeste, ele relatou que o volume de água nos rios e riachos é grande. “Foi muito volume de água mesmo. Uma chuva intensa, bem forte de ontem pra hoje”, contou. Além disso, o volume de água foi suficiente para encher as cisternas e aguadas na região rural. "É água pra todo lado, graças a Deus", comemorou. Apesar da situação, segundo Alves, o acesso dos moradores à sede do município não foi prejudicado. “A ponte é bem alta. Como a estrutura é alta, não corre risco nenhum”, afirmou.

Dados da Defesa Civil apontam variações no acumulado das chuvas em Brumado Foto: Lay Amorim/Achei Sudoeste

De acordo com dados da Defesa Civil, o acumulado das chuvas em Brumado até o momento é de 362,8 mm, sendo 231 mm em janeiro e 133 mm em fevereiro. Ao site Achei Sudoeste, o agrônomo Djalma Neto, diretor do órgão, disse que o volume de chuvas tem variado em algumas localidades da zona rural do município. Para se ter uma ideia, na Lagoa da Barra, o acumulado das chuvas é de 400 mm só neste mês. Já no Bairro Esconso, na zona urbana, o acumulado do ano até agora é de 524 mm (331 em janeiro e 193 em fevereiro). Neto explicou as causas dessa diferenciação. “A chuva não percorre o município como um todo. Ela tem uma dependência do local da coleta”, afirmou. Segundo o agrônomo, as chuvas intensas acalmaram os ânimos dos produtores rurais, tendo em vista a grave seca registrada na região nos últimos dez meses.

Temporal causa alagamentos e deixa cidades da Grande São Paulo debaixo d'água Foto: Reprodução/TV Globo

Ao menos três cidades da Grande São Paulo estão embaixo d’água nesta quarta-feira (14), após o temporal que atingiu a região na noite desta terça (13). De acordo com o G1, Itapevi, Cotia, Jandira e Carapicuíba são as mais afetadas. Os quatro municípios amanheceram com bairros inteiros alagados e ruas completamente intransitáveis.

Carnaval deve ter calor e pancadas de chuva em todo Brasil Foto: Lay Amorim/Achei Sudoeste

O Carnaval deve ser de calor com pancadas de chuva na parte da tarde, típicas do verão. De acordo com a Climatempo, uma frente fria que deve passar pelo Brasil entre segunda (12) e terça (13) pode deixar o tempo mais instável. Mas a tendência é de predomínio do sol e altas temperaturas. Maria Clara Sassaki, porta-voz da Climatempo, explica que essa semana deve ser de calor em todo o Brasil, principalmente nos estados do Sul, Mato Grosso do Sul e interior de São Paulo. As altas temperaturas devem seguir até o fim de semana, com a previsão de um Carnaval quente em todo o país. Com a aproximação da frente fria no início da próxima semana, há possibilidade de mudança de tempo em algumas regiões. “Ainda é uma previsão distante, mas o litoral do Sul deve ter muita ventania entre segunda e terça. Também há risco de temporais na região no domingo”, adianta. No Sudeste, a expectativa é de predomínio de tempo firme nos dias de folia, com possibilidade de pancadas isoladas. Em São Paulo e no Rio de Janeiro, deve fazer sol durante o próximo fim de semana. De acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), apesar do calor, esta semana deve ser de grandes acumulados de chuva no Centro-Oeste, Sudeste e Norte. O Norte deve ter pancadas de chuva principalmente no fim da semana. Em áreas do Amazonas, Tocantins, Pará e Amapá os acumulados podem chegar a 50 milímetros. Há previsão de rajadas de vento e raios. No Nordeste, a previsão é de chuvas intensas em áreas do Maranhão, Piauí, sul do Ceará e Paraíba. No fim da semana, os temporais devem se concentrar em todo o estado da Bahia. Nas demais áreas, o tempo deve continuar seco e há chance de pancadas de chuva isoladas; Já as regiões Centro-Oeste e Sudeste podem registar pancadas localmente fortes, com volumes acima dos 60 milímetros. Áreas de Goiás, Distrito Federal, Mato Grosso, Minas Gerais e Rio de Janeiro têm possibilidade de terem temporais com rajada de vento e granizo. No leste do Paraná e sudeste de Santa Catarina as chuvas devem ser isoladas ao longo da semana. No interior do Sul, a previsão é de pouca chuva.

Malhada de Pedras registra 387 mm de chuvas em janeiro deste ano Foto: Lay Amorim/Achei Sudoeste

O mês de janeiro de 2024 terminou como um dos mais chuvosos dos últimos anos em Malhada de Pedras. Ao todo, foram registrados 387 mm de chuvas no município. De acordo o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), a média mensal para o município no mês de janeiro é de 75 mm. O elevado volume de precipitação veio em um momento muito importante, em que toda a região enfrentava um longo período de estiagem devido à falta de chuvas nos meses de outubro, novembro e dezembro. A chuva amenizou o sofrimento do homem do campo, porém também causou alguns estragos na zona rural. Algumas comunidades estão com dificuldade de acesso à sede em virtude das correntezas que atravessam as estradas vicinais. As comunidades de Murici, Bastião e Caatinga Grande estão parcialmente isoladas. A previsão é de que continue chovendo até domingo (04).

Guanambi registra quase 600 mm de chuva em janeiro e força tarefa busca sanar danos Foto: WhatsApp/Achei Sudoeste

No último final de semana, uma forte chuva se abateu sobre a cidade de Guanambi, na região sudoeste da Bahia, e muitos estragos estão sendo registrados na sede e zona rural. Ao site Achei Sudoeste, João Roberto, assessor de comunicação da prefeitura, informou que foram mais de 115 mm de chuvas no sábado e domingo. No acumulado do mês de janeiro, o volume de chuva chega a quase 600 mm. A força tarefa mobilizada pelo prefeito Nal Azevedo atuou em regime de plantão ao longo de todo final de semana. Segundo Roberto, nos bairros Renascer e Pôr do Sol, intervenções emergenciais precisaram ser feitas devido aos estragos causados pela intensa precipitação. “As máquinas foram para os bairros ainda com chuva para tentar sanar a invasão de água em algumas residências. Conseguimos minimizar”, salientou.

Guanambi registra quase 600 mm de chuva em janeiro e força tarefa busca sanar danos Foto: WhatsApp/Achei Sudoeste

A força tarefa é composta pelas Secretarias de Infraestrutura e Assistência Social e pela Superintendência Municipal de Trânsito. O assessor destacou que, antes da chuva, a prefeitura já havia feito uma inspeção em algumas casas nos referidos bairros e constatou que sete imóveis tinham risco de colapsar. Assim, as famílias foram retiradas e abrigadas em casas alugadas pelo Município. “Graças a Deus nos antecipamos”, avaliou. Além disso, a estação de tratamento de esgoto da cidade transbordou e derramou em um lago particular considerado ponto turístico. O cidadão já acionou a Embasa, o Ministério Público e o Inema para fiscalizarem a situação. Nos próximos dias, a previsão meteorológica aponta que as chuvas irão cessar e o assessor adiantou que uma grande mobilização será iniciada pela prefeitura para recuperar os danos.

24º BPM desmonta monitoramento clandestino do tráfico de drogas em Brumado Foto: WhatsApp/Achei Sudoeste

O 24º Batalhão de Polícia Militar (BPM) desmontou um sistema de monitoramento clandestino do tráfico de drogas no município de Brumado, na sexta-feira (26). Ninguém foi preso. Segundo informou o 24º BPM ao site Achei Sudoeste, as câmeras de segurança estavam instaladas no bairro Baraúnas para acompanhar as ações da polícia na localidade. Durante a “Operação Comboio”, uma guarnição da Companhia de Emprego Tático Operacional (Ceto), flagrou quatro câmeras clandestinas instaladas em postes. Todo o material foi retirado e apresentado na Delegacia Territorial de Brumado para adoção de medidas cabíveis.

Alagamento em Muquém do São Francisco deixa mais de 500 desalojados Foto: Divulgação/João Batista

Uma chuva forte atingiu a cidade de Muquém de São Francisco, causou alagamentos em ruas da cidade neste sábado (27) e deixou mais de 500 pessoas desalojadas. Segundo o G1, uma imagem aérea mostrou as casas que foram invadidas pela água no município do oeste da Bahia. De acordo com a Secretária de Assistência Social de Muquém de São Francisco, Luciara Passos, a cidade está sem abastecimento de água e o município de Ibotirama, também no oeste da Bahia, deu suporte com carro-pipa. A Empresa Baiana de Águas e Saneamento (Embasa), informou que a principal elevatória de água tratada do sistema de abastecimento que atende as cidades de Muquém de São Francisco, Wanderley e o distrito do Javi está submersa e parou de operar. Diante desse cenário, o fornecimento de água está suspenso para essas localidades. A Embasa informou que está providenciando o conserto da estação, mas o acesso está interditado devido ao alagamento. Assim que os técnicos conseguirem realizar todos os reparos, o fornecimento será retomado nas áreas afetadas, de forma gradativa. Os moradores que estão desalojados foram encaminhados para casas de parentes e a prefeitura disponibilizou dois colégios municipais - Antônio Carlos Magalhães e Creche Gente Inocente - para abrigar a população, conforme informou Luciara Passos. O município também tem apoio da igreja católica, que está recebendo moradores no templo religioso. A prefeitura disse ainda que acionou o Corpo de Bombeiros de Barreiras e a Defesa Civil. De acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), neste sábado, a temperatura em Muquém de São Francisco varia entre 21ºC e 29ºC. A previsão é de que a chuva continue do domingo (28), com trovoadas isoladas. A temperatura mínima será de 21ºC e a máxima 28ºC.

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