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Elefante mata turista espanhola em santuário na Tailândia Foto: Reprodução/R7

Um elefante matou uma turista espanhola quando ela banhava o animal em um santuário no Sul da Tailândia, confirmou a polícia local nesta segunda-feira (6). As informações são do Correio 24h. Ela foi atingida pela tromba do animal dentro do Centro de Cuidado de Elefantes Koh Yao, na província de Phang Nga. A jovem tinha 23 anos. “Uma turista morreu enquanto banhava um elefante”, explicou Jaran Bangprasert, chefe da polícia local, a uma agência de notícias. As autoridades estão em contato com a embaixada espanhola para confirmar a identidade da jovem morta. Um balanço do Departamento de Parques Nacionais, Vida Selvagem e Conservação de Plantas aponta que nos últimos 12 anos os elefantes selvagens mataram 227 pessoas.  No mês passado, uma mulher de 49 anos foi morta em um parque nacional na província de Loei, em outro ataque.  Dar banho em elefantes é uma atividade turística de sucesso entre turistas da Tailândia. Cerca de 2.800 elefantes são destinados à atividade turística. Apesar disso, a prática é controversa, pois há associações que afirmam que banhar elefantes causa angústia nos animais e nem todos santuários permitem a atividade.

Médica brasileira morre em incêndio de hotel na Tailândia Foto: Reprodução/Redes Sociais

A médica brasileira Carolina Pimentel Canales de Albuquerque, 24 anos, morreu em um incêndio de um hotel em Bangkok, na Tailândia, no domingo (29). O noivo dela, Fernando Lages Ressurreição, 28, fraturou o pé e está hospitalizado. Outros dois homens morreram no incêndio. Era o último dia de viagem do casal e uma semana antes Fernando havia pedido Carolina em casamento. No domingo, ela publicou uma foto com um prato típico da Tailândia com a frase “O último Pad Thai. Até a próxima”. Ela sonhava com a viagem. A volta para o Brasil seria no domingo e segunda (30). Segundo a Folha de S. Paulo, a família da médica, que é de Alagoas, foi informada da morte por um telefonema ontem à tarde. Ela deixa o pai, a mãe, a dermatologista Lara Canales, e duas irmãs. Carolina trabalhava no Hospital Geral do Estado (HGE) de Alagoas. A Secretaria de Saúde do estado divulgou nota lamentando a morte e descrevendo a médica como "uma pessoa de humanidade ímpar e de coração generoso, que conquistava a todos". "O legado de cuidado, empatia e amor pelo próximo ficará marcado", acrescenta a nota. O jornal tailândes Khaosod diz que três turistas sul-coreanos estavam no quarto onde começou o incêndio. Eles estão sendo procurados. No quarto, de número 511, a cama estava bastante danificada e a suspeita é que foi o local de origem do fogo. Amigos dizem que Carolina e Fernando acordaram com a fumaça e tentaram fugir, mas acabaram se desencontrando um do outro. Fernando pulou a janela de outro quarto para se salvar, sofrendo a fratura no pé na queda. Carolina ficou desorientada e na fuga acabou indo na direção justamente do quarto onde o incêndio teve início. A brasileira morreu no local por conta da fumaça inalada. Outros dois homens chegaram a ser socorridos, mas também não resistiram. A embaixada do Brasil na Tailândia está dando apoio às famílias. Parentes de Carolina vão ao país liberar o corpo e a família de Fernando também deve viajar para acompanhar o rapaz hospitalizado.

Tailândia confirma primeiro caso de nova variante da mpox Foto: Reprodução/Correio

O Ministério da Saúde Pública da Tailândia confirmou o primeiro caso da nova variante 1b da mpox no país. As informações são do jornal Correio. Em nota, a pasta informou que o paciente, um homem de 66 anos, viajou recentemente pelo continente africano, que enfrenta epidemia dessa variante. Ele retornou à Tailândia no dia 14 de agosto e, no dia seguinte, apresentou febre e outros sintomas compatíveis com a mpox, sendo internado para tratamento. Uma equipe de vigilância sanitária contabilizou 43 pessoas que tiveram contato próximo com o paciente, inclusive pessoas que também estiveram no continente africano, e foram orientadas a observar, ao longo dos próximos 21 dias, o aparecimento de sintomas como febre, erupção cutânea e gânglios linfáticos aumentados. Caso algum sinal da doença se manifeste, a recomendação do ministério tailandês é procurar atendimento médico. Viajantes com sintomas consistentes com mpox, de acordo com a nota, serão isolados e colocados em quarentena. Em seguida, autoridades sanitárias farão a coleta de amostras para confirmação ou descarte de casos, além de exames físicos adicionais. Desde 2022, a Tailândia confirmou 827 casos de mpox, sendo 140 em 2024 – todos, até então, da variante antiga. Antes da Tailândia, um caso da nova variante 1b já havia sido confirmado na última quinta-feira (15), um dia depois que a Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou o cenário de mpox na África emergência em saúde pública de interesse internacional – o mais alto nível de alerta da entidade. A detecção da variante na Suécia foi a primeira fora do continente africano. Autoridades sanitárias suecas informaram, à época, que o paciente também foi infectado durante passagem pela África e seguia em tratamento.

Baianas são presas por suspeita de tráfico na Tailândia Foto: Reprodução/TV Subaé

Duas irmãs da cidade de Feira de Santana, foram presas no aeroporto de Bangkok, capital da Tailândia, suspeitas de tráfico internacional de drogas. De acordo com o G1, elas foram presas em flagrante com um homem identificado como Laécio José Paim das Virgens Filho, que ainda não teve sua cidade de origem revelada. O trio foi preso com cocaína no dia 13 de junho e permanece à disposição da Justiça tailandesa. As duas irmãs são Samara Taxma Chalegre Muritiba e Daiana Chalegre Muritiba. A mãe das jovens, identificada apenas como Soraia, confirmou a prisão e disse que não poderia fornecer mais informações por orientação de advogados. Segundo ela, as mulheres foram enganadas por um rapaz. Não há detalhes sobre as circunstâncias que ocorreram a prisão, nem o vínculo entre Laécio José e as duas irmãs de Feira de Santana. Também não há informações se Laécio é o mesmo homem apontado pela mãe das garotas como responsável pelo crime. Na Tailândia, o crime de tráfico de drogas pode ter punição de reclusão, prisão perpétua ou pena de morte, a depender do tipo e da quantidade do ilícito apreendido. O Itamaraty, por meio da Embaixada em Bangkok, informou que acompanha a situação e presta assistência aos brasileiros, em conformidade com os tratados internacionais vigentes e com a legislação local. O órgão disse também que não poderia passar informações detalhadas a respeito da prisão, de acordo com o direito à privacidade e conforme a Lei de Acesso à Informação.

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