Policiais da Delegacia de Homicídios da Capital (DHC) apreenderam nesta sexta-feira (3) o adolescente suspeito de ter matado Diely Silva, de 34 anos, natural do município de Candiba. Ela morreu baleada após o carro onde estava entrar por engano na comunidade do Fontela, em Vargem Pequena, na Zona Oeste do Rio de Janeiro. O menor de idade foi encontrado na mesma comunidade. A DHC descobriu que esse menor fugiu para o Complexo da Penha após o crime. O corpo de Diely foi enterrado em sua cidade natal na última terça-feira (31). A investigação da polícia descobriu que traficantes do Comando Vermelho que exploram a Fontela obrigaram motoristas a abaixar os vidros, a acender a luz interna e a ligar o pisca-alerta para circular pela favela. O objetivo é se proteger de investidas de facções rivais. No dia do crime, o motorista do veículo em que Diely estava, que não conhecia bem a região, tentou acessar a Avenida Benvindo de Novaes pela Fontela e não seguiu a determinação do tráfico. O adolescente infrator, um dos responsáveis pela segurança da comunidade, ao perceber a aproximação do automóvel com vidros fechados e sem alerta acionado, efetuou disparos contra o veículo, acertando o pescoço da turista e as costas do motorista. Após a ação criminosa, o adolescente fugiu para o complexo da Penha, onde foi acolhido pela liderança da facção.
O corpo da turista Diely Silva, de 34 anos, morta ao entrar por engano em uma favela na Zona Oeste do Rio de Janeiro, foi enterrado na manhã desta terça-feira (31), no Cemitério Memorial de Candiba, onde ela nasceu. A informação foi confirmada por familiares de Diely. Segundo informações de um familiar, o corpo chegou em Candiba por volta das 22h de segunda-feira (30). O velório aconteceu pela manhã e o sepultamento às 10h desta terça, sob forte comoção de amigos e familiares. Diely Silva morava em Jundiaí, no interior de São Paulo, onde trabalhava como gerente de contabilidade fiscal. Ela estava no Rio com mais três amigas para passar o réveillon na cidade. No entanto, foi morta com apenas 12 horas no estado. A baiana e as amigas chegaram no sábado (27) pela manhã. Logo depois de deixar as malas no apartamento que alugaram, em um condomínio em Vargem Pequena, na Zona Oeste, elas foram aproveitar o dia na praia. À noite, a programação do grupo era aproveitar uma festa no bairro da Gávea, na Zona Sul. Por volta das 21h de sábado, elas pediram dois carros de aplicativo. As quatro amigas se dividiram em dois carros. Um dos motoristas foi pela Estrada dos Bandeirantes. O outro, que levava Diely e uma amiga, seguiu a indicação do GPS e acabou entrando por engano na comunidade do Fontela.
A favela fica a poucos metros do condomínio onde elas estavam. Assim que entrou na comunidade, o carro foi recebido a tiros pelos traficantes. Pelo menos três disparos acertaram o veículo. Diely foi baleada no pescoço e morreu ainda dentro do veículo. O motorista foi atingido nas costas, mas conseguiu dirigir até uma viatura da PM que estava próxima. Ele foi socorrido e levado para o Hospital Lourenço Jorge, na Barra da Tijuca. O motorista foi atendido na unidade hospitalar e liberado. Contudo, a bala continua alojada no corpo do trabalhador. A amiga de Diely não se feriu. Nesta terça-feira (31), a Polícia Civil afirmou ter identificado o autor dos disparos que mataram Diely Silva. Segundo a Delegacia de Homicídios da Capital (DHC), trata-se de um adolescente de 16 anos que só este ano foi apreendido duas vezes e está com um mandado de busca e apreensão em aberto. A DHC descobriu que esse menor fugiu para o Complexo da Penha após o crime. Por ser um menor de idade, o nome do suspeito não foi divulgado. Contra o adolescente já havia um mandado de busca e apreensão pela prática de atos infracionais anteriores. A polícia tenta cumprir esse mandado.
A tragédia envolvendo a jovem Diely da Silva Maia, natural de Candiba, chocou os moradores da cidade baiana. Informações enviadas ao site Achei Sudoeste apontam que Diely foi assassinada a tiros enquanto estava em um veículo de transporte por aplicativo no Rio de Janeiro, neste sábado (28). Segundo relatos, a jovem havia viajado ao Rio de Janeiro para comemorar o Réveillon deste ano. Durante um trajeto, criminosos dispararam contra o carro, atingindo a vítima fatalmente. As circunstâncias do crime seguem solo investigação das autoridades cariocas. Maia residia em Jundiaí, no interior de São Paulo. O velório e o sepultamento de Diely serão realizados em Candiba.
O Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) e a Corregedoria da Polícia Militar prenderam nesta terça-feira (14), na Operação Patrinus, 13 PMs acusados de organização criminosa, corrupção passiva e peculato. As informações são do G1. A denúncia aceita pela Justiça revela que o grupo vendia armas e drogas apreendidas em operações de combate ao tráfico, em Belford Roxo, na Baixada Fluminense. Os agentes saíram para cumprir, no total, 14 mandados de prisão e 14 de busca e apreensão. Até a última atualização desta reportagem, 1 PM ainda era procurado. Os promotores descobriram que os PMs também cobravam propina para não reprimir irregularidades de motoristas de transporte alternativo e de mototaxistas e exigiam taxas semanais de comerciantes em troca de “proteção”. Esses lojistas eram chamados de padrinhos pelo grupo — daí o nome da operação, no latim patrinus. O MPRJ afirma ainda que os policiais recuperavam carros roubados e retiravam algumas peças antes de registrar as ocorrências nas delegacias. Pneus, rodas e baterias eram vendidos pelos 14 denunciados, segundo a investigação da 2ª Promotoria de Justiça junto à Auditoria Criminal, que teve auxílio da 1ª Promotoria de Justiça junto às Varas Criminais de Belford Roxo.
Quatro médicos ortopedistas foram baleados na madrugada desta quinta-feira (5) em um quiosque na Praia da Barra da Tijuca, na Zona Oeste do Rio de Janeiro. Três morreram e um está internado. Entre os médicos mortos está o ipiauense Perseu Ribeiro Almeida, de 33 anos. De acordo com o Bahia Notícias, parceiro do Achei Sudoeste, Perseu completou 33 anos nesta quarta-feira (4), dia em que foi morto. Segundo o site Giro Ipiaú, os familiares que residem na cidade estão fortemente abalados com a tragédia. Ainda não há informações sobre velório e sepultamento. Outra vítima Diego Ralf Bomfim é irmão da deputada Sâmia Bomfim (Psol-SP). No ataque também morreu Marcos de Andrade Corsato. Daniel Sonnewend Proença foi o único sobrevivente. Ele tem 32 anos e foi levado com vida para o Hospital Municipal Lourenço Jorge com pelo menos 3 tiros. A Polícia Civil acredita em execução, já que nada foi levado, e os criminosos chegaram atirando. Testemunhas contaram ainda que os bandidos nada falaram. Foram pelo menos 20 disparos.