A Feira Livre e o Mercado Municipal de Guanambi contam agora com um sistema de monitoramento eletrônico em tempo real. A inovação foi viabilizada pela Prefeitura Municipal, por meio da Secretaria de Desenvolvimento Econômico. Em entrevista ao site Achei Sudoeste e ao programa Achei Sudoeste no Ar, o secretário Fabrício Lopes destacou que as câmeras distribuídas nos locais visam garantir mais segurança para feirantes, comerciantes e frequentadores. Isso porque, conforme relatou, pequenos furtos e sumiços de mercadorias vinham sendo registrados nos dois pontos, sem contar o movimento relacionado ao tráfico de drogas no entorno. O sistema possui 24 câmeras de monitoramento, distribuídas nos três pavilhões da feira e do mercado. Ao todo, 900 bancas e boxes passaram a ser videomonitorados através da medida implementada pela prefeitura. Segundo o secretário, em caso de alguma ocorrência ser detectada, uma equipe de segurança é prontamente deslocada para o ponto e o 17º Batalhão de Polícia Militar é acionado. “Com isso, nós praticamente derrubamos esses pequenos furtos e delitos. Reduzimos drasticamente. Hoje, tenho orgulho de falar que não temos mais problemas com esses delitos e nem com o tráfico de drogas no entorno”, comemorou.
A Prefeitura de Guanambi, por meio da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, mantém um sistema de monitoramento eletrônico com câmeras distribuídas entre a Feira Livre e o Mercado Municipal. O objetivo é garantir mais segurança para feirantes, comerciantes e frequentadores, prevenindo ocorrências e proporcionando mais tranquilidade a todos. As câmeras instaladas possuem monitoramento em tempo real, auxiliando na identificação de situações suspeitas e contribuindo para a atuação preventiva das autoridades. O secretário municipal de Desenvolvimento Econômico, Fabrício Lopes, destacou que a segurança no Mercado Municipal e na Feira Livre é fundamental para o bom funcionamento das atividades comerciais. Já o prefeito Arnaldo Azevedo reforçou que a segurança da população é uma das prioridades de sua gestão. “A manutenção desse sistema de vigilância é essencial para garantir um ambiente mais seguro e organizado, permitindo que todos possam trabalhar e fazer suas compras com mais tranquilidade. Seguiremos investindo para melhorar cada vez mais a infraestrutura e os serviços públicos de Guanambi”, declarou.
Os feirantes de Livramento de Nossa Senhora, sofreram grandes prejuízos na manhã deste sábado (23). Uma chuva forte alagou a Feira Livre fazendo os trabalhadores perderem produtos que vendiam. Imagens recebidas pelo site Achei Sudoeste mostram barracas submersas, caixas embaixo d’água e pessoas ilhadas, sem condições de vender seus produtos. Apesar dos estragos nenhum feirante se feriu. A chuva também deixou estragos no Mercado Municipal de Riacho de Santana neste sábado. Os comerciantes foram surpreendidos por alagamentos que comprometeram a estrutura do local.
Neste sábado, (23), a feira livre de Riacho de Santana, tornou-se palco de indignação e apelo por mudanças. Segundo apurou o site Achei Sudoeste, em um dia marcado por intensas chuvas, feirantes e comerciantes foram surpreendidos por alagamentos que comprometeram a estrutura do local e colocaram em risco sua mercadoria e meio de sustento. Um dos feirantes registrou em vídeo a situação caótica. “Será que nós, que pagamos nossos impostos e dependemos dessa feira para sobreviver, merecemos viver nesse descaso?”, questiona o trabalhador, em tom de apelo ao prefeito João Vitor Martins Laranjeira (PSD). As imagens mostram barracas submersas, caixas embaixo d’água e pessoas ilhadas, sem condições de vender seus produtos. “O mercado está pronto do outro lado, mas continuamos aqui nessa situação, que parece mais uma favela do que uma feira”, desabafou o feirante, destacando que o problema se arrasta há tempos, mesmo com uma estrutura alternativa já disponível na cidade. Em Riacho de Santana, um homem de 57 anos, identificado como Carlos Lúcio de Carvalho morreu após ser arrastado por uma forte chuva no último dia 10 de novembro.
A Feira Livre da cidade de Dom Basílio, que normalmente atrai grande público, registrou pouquíssimo movimento nesta segunda-feira (04). De acordo com a Rádio 105 FM, o feriado recente parece ter deixado a feira deserta em contraste com o fluxo esperado. Os produtores locais que abastecem a feira com frutas e verduras frescas relatam dificuldades para vender seus produtos. Em um cenário marcado por desafios econômicos, a fraca movimentação reflete a crise atual que impacta diretamente os pequenos produtores. A baixa demanda tem preocupado a comunidade agrícola, que depende das vendas para o sustento das famílias. Nas próximas semanas, espera-se uma recuperação no movimento do comércio.
Nesse período de seca, a produção rural tem sido bastante afetada, o que reflete negativamente nas vendas na Feira Livre de Brumado. Ao site Achei Sudoeste, o feirante Irenio Meira disse que o consumidor final é quem acaba pegando pela diminuição da produção. Segundo ele, os preços têm variado muito e a qualidade dos produtos também foi prejudicada. “Todo dia é um preço diferente. Estão pagando caro. O consumidor reclama, mas infelizmente não podemos fazer nada. A gente dá o nosso melhor”, afirmou. Apesar do aumento dos preços, o feirante relatou que as vendas não caíram, visto que os alimentos são itens essenciais para o consumidor. Com a seca intensa e as altas temperaturas, as lavouras de alface, tomate e melancia são das mais afetadas. Da região de Aracatu, o produtor Cândido Meira afirmou que quase não está havendo produção nas lavouras diante do desabastecimento. Em geral, segundo ele, está tudo caro e a tendência é que os preços aumentem ainda mais. “Tá difícil pra trabalhar. Se não chover vai ficar mais caro ainda. Todo mundo vai sofrer com isso”, avaliou.