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Prefeito autoriza reforma do Mercado das Artes de Guanambi Foto: WhatsApp/Achei Sudoeste

Nesta quarta-feira (03), o prefeito da cidade de Guanambi, Arnaldo Pereira de Azevedo (Avante), se reuniu com artesãos do Mercado das Artes a fim de ouvir as demandas dos trabalhadores e conhecer de pertos os problemas estruturais do local. O mercado completará 40 anos em breve e é um ponto de referência para visitação na cidade. Muitos turistas vão ao espaço para comprar uma lembrança do artesanato local. Na reunião, o prefeito autorizou a elaboração de um projeto de reforma do Mercado das Artes para atender melhor aos profissionais e aos visitantes. O gestor destacou que a unidade está localizada em pleno centro comercial, chamando a atenção de quem passa pelo local. “Temos um artesanato destacado e elogiado por todo o Brasil, por isso, determinamos a elaboração de um projeto de reforma, ouvindo quem aqui trabalha, pois são eles que conhecem de perto. Queremos oferecer melhores condições de trabalho aos profissionais e aos que frequentam e consomem neste espaço”, disse.

Seca inflaciona produção rural, feirantes preveem mais aumento de preços em Brumado Foto: Lay Amorim/Achei Sudoeste

Nesse período de seca, a produção rural tem sido bastante afetada, o que reflete negativamente nas vendas na Feira Livre de Brumado. Ao site Achei Sudoeste, o feirante Irenio Meira disse que o consumidor final é quem acaba pegando pela diminuição da produção. Segundo ele, os preços têm variado muito e a qualidade dos produtos também foi prejudicada. “Todo dia é um preço diferente. Estão pagando caro. O consumidor reclama, mas infelizmente não podemos fazer nada. A gente dá o nosso melhor”, afirmou. Apesar do aumento dos preços, o feirante relatou que as vendas não caíram, visto que os alimentos são itens essenciais para o consumidor. Com a seca intensa e as altas temperaturas, as lavouras de alface, tomate e melancia são das mais afetadas. Da região de Aracatu, o produtor Cândido Meira afirmou que quase não está havendo produção nas lavouras diante do desabastecimento. Em geral, segundo ele, está tudo caro e a tendência é que os preços aumentem ainda mais. “Tá difícil pra trabalhar. Se não chover vai ficar mais caro ainda. Todo mundo vai sofrer com isso”, avaliou.  

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