Na sexta-feira (17), a jovem de 22 anos, que tinha sido presa em Guanambi, pela Polícia Civil durante a Operação Cara Preta, foi transferida para o Conjunto Penal de Jequié, conforme determinação da justiça. Gestante, ela foi detida em um veículo de turismo que fazia o itinerário São Paulo x Guanambi com mais de 1 kg de substância análoga à cocaína, escondida dentro de um micro-ondas, avaliada em R$ 50 mil. A presa passou por uma audiência de custódia, onde foi decretada sua prisão preventiva. Ela estava sob mandado de prisão vinculado a um processo por tráfico de drogas da Comarca de Guanambi. A ação foi executada pelos investigadores da unidade. Ao site Achei Sudoeste e ao programa Achei Sudoeste no Ar, o delegado coordenador da 22ª Coorpin disse que as drogas seriam distribuídas em Guanambi, Caetité e Palmas de Monte Alto.
Ações da Operação Força Máxima Verão, deflagrada pela Secretaria de Administração Penitenciária e Ressocialização (Seap), por meio da Polícia Penal da Bahia, resultaram na transferência de seis internos do Conjunto Penal de Jequié nesta segunda-feira (6). Os seis custodiados são suspeitos de exercer influência sobre organizações criminosas, as quais são responsáveis por homicídios e o tráfico de drogas no município. Durante a operação, também foram apreendidos cadernos com anotações suspeitas, três armas brancas, duas soqueiras artesanais, cordas tipo “Tereza” e cabo USB. Segundo a Seap, não houve intercorrência e as ações transcorreram sem gerar interrupção das assistências básicas aos custodiados, preservando os direitos previstos na Lei de Execuções Penais. As buscas foram realizadas em três pavilhões, resultando em 42 celas revistadas, com mais de 210 internos verificados. A unidade prisional de Jequié abriga aproximadamente 530 custodiados.
Duas detentas foram transferidas na última quinta-feira (21) da Delegacia Territorial de Macaúbas, unidade da 24ª Coordenadoria de Polícia do Interior (Coorpin), para o Conjunto Penal de Jequié por conta da superlotação da carceragem local. Segundo a Macaúbas FM a operação foi conduzida de forma segura, com os protocolos necessários para o transporte de pessoas privadas de liberdade. Não foram divulgadas informações adicionais sobre a identidade das transferidas ou os crimes pelos quais foram condenadas. A ação faz parte dos procedimentos de gestão do sistema prisional, com o objetivo de garantir a segurança e a organização das unidades carcerárias.
Com foco em diminuir homicídios e interromper a comunicação de detentos para fora de presídios, a Secretaria de Administração Penitenciária e Ressocialização (Seap) fez uma varredura no Conjunto Penal de Jequié. Na ação, foram apreendidos 103 celulares. Segundo a pasta, as ações da Operação Aláfia reduziram os homicídios na cidade em mais de 80% ante mesmo período do mês passado. Enquanto em outubro deste ano foram registrados nove casos. Já entre os dias 2 e 10 de novembro, ocorreu um homicídio. Além da redução das mortes violentas, a operação apreendeu 37 carregadores, cabos USB e quatro facas artesanais. Ainda segundo a Seap, os procedimentos foram realizados, obedecendo à Lei de Execuções Penais. Participam também da operação a Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp), o Grupamento Especializado em Operações Prisionais (Geop) e a Central de Monitoramento Eletrônico de Pessoas e da Central de Monitoramento Eletrônico de Pessoas (Cmep), além dos policiais penais ordinários.
Uma operação foi deflagrada neste sábado (02), no Conjunto Penal de Jequié, para bloquear a comunicação entre lideranças criminosas e seus comparsas nas ruas, que praticam crimes na cidade e região a partir de ordens vindas das unidades prisionais. Coordenada pela Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp), a operação ‘Aláfia’ é realizada de forma conjunta pelo Ministério Público da Bahia, Secretaria de Administração Penitenciária e Ressocialização (Seap) e Secretaria de Segurança Pública (SSP). As equipes realizam buscas e revistas nos pavilhões do presídio, para apreender equipamentos que permitem a comunicação dos internos com o exterior, como celulares e outros objetos ilícitos. O conjunto penal tem 112 celas, onde estão custodiados 501 detentos, distribuídos em nove módulos.
Segundo as investigações, crimes violentos letais intencionais (CVLIs) têm sido orquestrados de dentro do presídio. Com a operação, o objetivo é reduzir os índices de criminalidade na região. Até o momento, dez aparelhos celulares foram encontrados em uma única cela. A operação envolve equipes do Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (Gaeco) e do Grupo de Atuação Especial de Execução Penal (Gaep), pelo MPBA; do Grupamento Especializado em Operações Prisionais (Geop), da Central de Monitoramento Eletrônico de Pessoas (CMEP) e policiais penais, pela Seap; e agentes das Polícias Civil e Militar e do Departamento de Polícia Técnica (DPT), pela SSP.
Dez celulares e outros acessórios foram localizados durante operação integrada entre a Companhia Independente de Policiamento Especializado (Cipe) Central e a Secretaria de Administração Penitenciária e Ressocialização (Seap). O flagrante ocorreu, na manhã desta quinta-feira (16), no Conjunto Penal de Jequié. Segundo o major Mário Augusto Baeta, comandante da unidade especializada da PM, a ação preventiva revistou o Módulo de Vivência Presídio I. Foram apreendidos 10 celulares, seis carregadores, quatro fones, cinco cabos, três fones de ouvido, duas rifas, um cartão de memória, uma bateria, uma calculadora e anotações sobre o comércio de drogas.