Na tarde do último sábado (08), por volta das 16h49, durante realização da blitz policial na região de Nova Porteirinha (MG), foi dada ordem de parada ao veículo Hyundai HB20, de cor prata, que estava sem a placa dianteira. Segundo informou a Polícia Militar ao site Achei Sudoeste, o motorista não obedeceu a ordem e empreendeu fuga sentido Bairro Floresta (Colonização II). Em determinado ponto, foi percebido que o condutor parou o veículo e a passageira jogou algo dentro de uma residência. Em seguida, continuou em fuga, sendo alcançado e abordado. Com o condutor, de 23 anos, e a passageira, também de 23 anos, não foi encontrado nada de ilícito. Ao retornar à residência em que a passageira arremessou algo para dentro, a PM localizou e apreendeu dentro de uma sacola 6 tabletes de substâncias análoga à cocaína, uma caixa com 23 munições 9 mm e uma caixa com 1 relógio da marca Diesel. O condutor relatou aos militares que havia pegado todo o material em Uberlândia (MG) e estaria levando para Brumado, tendo combinado a quantia de R$ 5 mil para realizar o transporte. O autor, que é reincidente em traficar entorpecentes, e a autora foram presos e conduzido à Delegacia de Janaúba, juntamente com o material ilícito arrecadado pelas equipes policiais. O veículo foi removido para o pátio Gurutuba.
Na semana passada, a Polícia Federal (PF) prendeu o narcotraficante brasileiro Ronald Roland, suspeito de abastecer cartéis de drogas no México e de comandar um mega esquema de lavagem de dinheiro com empresas de fachada. As informações são do Fantástico, da Rede Globo. Por trás de uma loja de biquínis no litoral de São Paulo, tinha até a compra de um avião. Em cinco anos, segundo a polícia, ele movimentou uma fortuna de R$ 5 bilhões. A operação da PF aconteceu em sete estados, com apreensão de dinheiro, joias, armas, 34 carros, um barco e dois aviões. Oito pessoas foram presas. Foi em um prédio em Guarujá que a Polícia Federal prendeu Ronald Roland. Ele, a mulher e a filha estavam dormindo quando os policiais chegaram. Depois de dois anos, o cerco a Ronald chegou ao fim. Ronald Roland, que sempre foi discreto, chamou a atenção da Polícia Federal quando se mudou para Uberlândia, Minas Gerais. Uma casa ampla em um condomínio de alto padrão em Uberlândia era o refúgio de um morador que gostava de ostentar. “Uma pessoa chegando em casa com um veículo de R$ 500 mil. Uma semana depois, com um veículo de R$ 1 milhão. Outra semana, com um veículo de R$ 800 mil. Isso chamou a atenção da vizinhança. Quem é essa pessoa que mudou para cá?”, conta Ricardo Ruiz, delegado da Polícia Federal em Uberlândia. Segundo o delegado, o foco da operação que prendeu Ronald foi o combate à lavagem de dinheiro do patrimônio amealhado com a vida criminosa que ele teve. “Foram adquiridas casas em nome de empresas, cujos sócios eram pessoas sem a mínima capacidade econômica para a aquisição de imóveis, veículos, aeronaves. Nós constatamos sócios de empresas, por exemplo, que trabalham em um restaurante, mas que são sócios de várias empresas que movimentaram dezenas de milhões de reais”, diz Ricardo Ruiz. Uma grande engrenagem para lavar dinheiro. Mais de 100 empresas de diversas áreas: construção civil, aviação, locação de veículos, comércios em geral e investimento em criptomoedas. E mais de 200 pessoas envolvidas, a maioria laranjas.
Uma passageira de um ônibus interestadual foi presa pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) transportando uma substância análoga ao crack, de Uberlândia (MG) para Maceió (AL). O caso ocorreu por volta das 14h, quando a PRF abordou o veículo, no km 677 da BR-116, em Jequié, no sudoeste baiano. Durante a fiscalização no compartimento de cargas do veículo, os policiais encontraram, dentro de uma mala, quatro tabletes da droga, pesando aproximadamente 3,75 kg. A dona da bagagem, de 28 anos, disse à polícia que foi contratada por um homem no município mineiro de Uberlândia, onde recebeu a droga, e a levaria até a cidade de Maceió, recebendo uma quantia em dinheiro pelo transporte. A passageira foi detida e encaminhada com a droga para a delegacia, onde responderá por tráfico de entorpecente.