Foto: Lay Amorim/Achei Sudoeste O município de Guanambi sediou, neste domingo (24), a plenária do Plano de Governo Participativo (PGP) do território Sertão Produtivo, contando com a presença de lideranças políticas, movimentos sociais e representantes do governo estadual. Em entrevista ao site Achei Sudoeste e ao Programa Achei Sudoeste, o secretário de relações institucionais do Estado, Adolfo Loyola, destacou que o volume de recursos destinados à região reflete o compromisso da gestão em descentralizar os investimentos e melhorar os serviços públicos no interior do estado.
Entre os principais aportes financeiros detalhados por Loyola, a área da saúde ganhou relevância com as intervenções em andamento na principal unidade médica do território. “O Sertão Produtivo passa por uma nova fase. O governador que mais investiu na Bahia, na história, aqui no Sertão Produtivo, não podia ser diferente. O Hospital Geral de Guanambi, que muita gente não conhece, não sabe que existe, só ali numa ampliação de R$ 77 milhões. Estradas, escolas, segurança pública, todas as áreas com investimento. São mais de 2 bilhões de reais em investimento em todas as áreas”, afirmou.
O representante do Executivo estadual ressaltou que o sucesso na execução das obras e na promoção de eventos culturais decorre da articulação direta com as administrações municipais. De acordo com ele, o alinhamento com os prefeitos amplia o alcance das políticas públicas e fortalece o desenvolvimento econômico do Sertão Produtivo. “Essa parceria com os prefeitos da região, praticamente todos os prefeitos da região, numa parceria com o governo do estado, a gente consegue levar mais investimentos para os municípios e além também de a parceria na cultura, no entretenimento, com grandes festejos e grandes atrações que a gente traz para cá junto com os prefeitos”, pontuou.
Ao avaliar a dinâmica do PGP, Loyola explicou que a escuta ativa serve para calibrar o planejamento do Estado diante das necessidades contínuas de cada localidade, consolidando um modelo de gestão implementado nas últimas duas décadas na Bahia. “A demanda dos municípios é infinita e é do estado também. Esse momento do plano de governo participativo é isso. É para que a gente possa escutar os municípios, possa escutar a classe política, mas escute também os movimentos sociais, o setor produtivo. É isso que nos ajuda a errar menos e concentrar os investimentos onde a população quer. É o momento de democracia, de ouvir e também de mostrar a forma diferente que esse projeto que vem mudando a Bahia nos últimos 20 anos faz, ouvindo a população, planejando e entregando obras”, concluiu.